“As mães estão saturadas, elas não têm acolhimento nem na escola”, lamentou Wal da Farmácia, citando a falta desse atendimento especializado para crianças com TEAA vereadora Wal da Farmácia (PSB) afirma que mães reclamam que não podem levar os filhos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) para as escolas devido à falta de atendimento especializado. Segundo ela, não se pode contratar, para cuidar das crianças com deficiências e doenças ocultas, “cuidador inclusivo e, sim, especialista”. “A lei é clara”, disse.
Durante pronunciamento na sessão ordinária desta segunda-feira (24), a vereadora reforçou que as crianças com TEA precisam de atendimento especializado tanto na Saúde quanto na Educação, para garantir o direito à igualdade e à inclusão das mesmas. “Eles precisam aprender, se socializar”, disse, pedindo o cumprimento da lei por parte do município.
“As mães estão saturadas, elas não têm acolhimento nem na escola”, lamentou, citando a falta desse atendimento especializado. “Se não tem profissionais qualificados, qualifica os nossos, faz uma contratação. Mas as nossas crianças com TEA precisam ser bem atendidas”, solicitou Wal, afirmando que pretende “usar os meios judiciais” caso a Secretaria não cumpra a lei.
A vereadora também comentou a sua eleição para a presidência da Comissão de Saúde do Parlamento Metropolitano da RMC, colegiado que congrega as Câmaras da região. Além disso, ressaltou que vai integrar a Comissão em Defesa dos Direitos das Pessoas com TEA, na Casa, com os parlamentares João do Bar (PSB), Roger Santos (PT) e Clair Gomes (PSB).
Wal ainda citou uma denúncia de falta de medicamento para câncer, que será apurada pelo seu gabinete; e a necessidade de uma nova UBS na região central, mencionada em Indicação sua, devido à sobrecarga da Unidade Igor. “A bandeira dessa vereadora é lutar muito pela Saúde, [visando] ter um atendimento digno para as nossas crianças, para os pais”, concluiu.